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ESPECTÁCULOS
Balanço de Actividade 2015
ESTES AUTOS QUE ORA VEREIS
PURGATÓRIO

Balanço de Actividade 2015
CENDREV

 
 
 
 
 
Em 2015 cumpriram-se os 40 anos em cena desta estrutura teatral que Évora viu nascer logo a seguir à revolução do 25 de Abril. Foi no dia 2 de Janeiro de 1975 que Mário Barradas chegou ao Teatro Garcia de Resende acompanhado por um grupo de profissionais das artes cénicas, para dar corpo e forma ao primeiro projecto da descentralização do teatro neste país que tinha acabado de sair de uma longa noite fascista.
Daí para cá fomos cumprindo paulatinamente a missão de serviço público que sempre orientou o trabalho que temos realizado, quer na relação sistemática com os públicos escolares ajudando a conhecer os nossos autores dramáticos e todo o universo teatral, quer através da regular circulação de espectáculos em todo o território rural desta região que elegemos como o principal espaço de intervenção da companhia. Assumimos, desde a primeira hora, a gestão e muita da programação
deste magnífico teatro centenário que integra hoje uma rede europeia de teatros históricos. Contribuímos para a preservação da memória teatral desta cidade que viu o próprio Gil Vicente estrear aqui alguns dos seus autos e intervimos também na salvaguarda do importante espólio de teatro popular do Alentejo que são os Bonecos de Santo Aleixo, cujo processo deu origem à realização da BIME-Bienal Internacional de Marionetas de Évora que se apresentou ao público, pela primeira vez, no ano imediatamente a seguir (1987) à classificação da
cidade como Património Mundial.
 
Muito mais poderíamos referir do que tem sido a intervenção deste colectivo teatral que, ano após ano,
vai procurando acompanhar também os balanços desta sociedade que habitamos, mas agora é o momento para tornar público o registo das actividades que realizámos durante o ano de 2015. O Cendrev realizou 126 sessões que tiveram o envolvimento de 8.026 espectadores, este conjunto de sessões foram concretizadas com os espectáculos “Onde é que eu já vi isto, perguntou ele” de Rui Pina Coelho, “Antes de Começar” de Almada Negreiros, “Estes Autos Que Ora Vereis” textos
de Gil Vicente, “Purgatório” de Abel Neves e Bonecos de Santo Aleixo.
Deste conjunto de sessões, 60 foram realizadas em Évora e 66 em digressão que levaram o Cendrev a Campo Benfeito (Serra de Montemuro), Cáceres (Espanha), Faro, Coimbra, Estremoz, Portalegre, Sevilha (Espanha), Vila Viçosa, Borba, Arraiolos, Mora, Portel, Redondo, Montemor-o-Novo, Estremoz, Vendas Novas, Viana do Alentejo, Alandroal, Mourão, Braga, Nª Srª de Machede, Los Santos de Maimona (Espanha), Torre de Coelheiros, Azaruja, Serpa, Canaviais, Boa Fé, Guadalupe, S. Miguel de Machede, Sabugueiro, São Manços, Graça do Divor, S. Sebastião da Giesteira, Lisboa, Redondela (Espanha), Santiago do Cacém, Varsóvia (Polónia), Vila Real de Trás-os-Montes, Covilhã, Ponta Delgada (Açores), Igrejinha e Vimieiro. O Cendrev acolheu em regime de intercâmbio as
companhias: AL Teatro de Silves, Baal17 de Serpa, Teatro Guirigai de Los Santos de Maimona, Companhia Karlik Danza Teatro de Cáceres, La Fundición de Sevilha, ACTA – A Companhia de Teatro do Algarve de Faro, Companhia de Teatro de Braga, A Escola da Noite de Coimbra, Teatro do Montemuro e Teatro das Beiras da Covilhã, realizaram 16 sessões a que assistiram 1.305
espectadores.
No Teatro Garcia de Resende realizaram-se ainda mais 90 sessões da programação organizada com a Câmara Municipal, a que assistiram mais 12.693 espectadores. O Cendrev garantiu ainda a concretização de 9 visitas guiadas ao TGR onde participaram 246 pessoas, o acolhimento de 12 alunos em estágio do curso profissional de artes do espectáculo da Escola André de Gouveia e a realização de duas oficinas sobre os Bonecos de Santo Aleixo, uma em Évora e outra em Ponta Delgada.
 
Para concretizar todo este programa de trabalho contámos, além das equipas do Cendrev, com a participação de Rui Pina Coelho, Rita Abreu, Luís
Correia Carmelo, André Capela, Joaquim Soares e Grupo Cantares de Évora, Pedro Bilou, Paulo Nuno Silva, Alexandra Mariano, José Neto, Paulo Pires, Abel Neves, Sérgio Vida, João Bacelar, Tójó, Margarida Abrantes, Rui Belo e Zélia Parreira. Contámos também com a parceria e o apoio da autarquia na programação do TGR e na viabilização, em conjunto com as juntas de freguesia, de programas de acção no concelho de Évora, o apoio da DGArtes, da Direção Regional de Cultura do
Alentejo, da Entidade Regional de Turismo do Alentejo, CCDR Alentejo, DGEST e da Biblioteca Pública de Évora.
 
Como não acreditamos nas inevitabilidades e contribuímos todos os dias com o nosso trabalho para podermos ter uma vida melhor, esperamos que as recentes mudanças na administração do Estado revertam também a degradante situação dos trabalhadores da cultura.
 
CENDREV
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
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