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Auto da Festa
Gil Vicente
A peça inicia-se com um discurso da Verdade, em que esta elogia o teatro e critica a corrupção existente na corte. As duas ciganas lêem a sina aos espectadores em castelhano e pedem-lhes dinheiro ou prendas. Uma das ciganas dirige-se à Verdade, que as expulsa. Em resposta, a cigana prevê um futuro sombrio. Na cena seguinte o Parvo propõe casamento à Verdade. A Velha mostra-se também disposta a casar com Rascão. A cena cómica entre a Velha e Rascão termina num pedido de casamento. Perante a urgência da Velha em realizar o casamento, Rascão acaba por fugir.
Gil Vicente serve-se posteriormente do Vilão para criticar a má aplicação da justiça e a corrupção na corte. O Auto acaba com o elogio ao dono da casa (dança do pastor e das três pastoras), característico do teatro feito por encomenda.
  
Encenação: José Russo
Música original: Carlos Marecos
Cenografia e Figurinos: Inês de Carvalho
Músicos: Bruno Cintra, Mário Vinagre e José Silva
Interpretação: Álvaro Corte Real, Ana Meira, Figueira Cid, Isabel Bilou, Jorge Baião, Maria Marrafa, Rui Nuno 
  
Estreia: Julho de 2008
 

ANEXOS: Crítica Programa
 
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